As 7 tendências mais interessantes (e desejáveis!) da temporada

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Gol de cabeça
Resgatado pela Prada no inverno passado, em versões de náilon colorido, o bucket hat invadiu as passarelas dos quatro cantos do globo – e provou que tem vocação para ir muito além do esportivo originalmente proposto pela grife italiana. Na Dior, o chapéu pontuou todos os 89 looks do desfile de inverno 2019/20, da alfaiataria diurna à festa. Para tal, a estilista Maria Grazia Chiuri apostou em opções que iam do pretinho básico à oncinha, passando por diferentes xadrezes, sempre coordenadas às roupas.

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Com a corda toda
Crochê, franjas e peças de rede foram destaque no último SPFW. A novidade é que o efeito artesanal não surge, como de costume, em looks com clima de férias, mas sim em produções mais sérias, dando bossa à alfaiataria do dia a dia. Enquanto blazer e calça de algodão usados com top de crochê compõem o “terno” fresh da Lilly Sarti, Luiz Claudio Silva sobrepôs túnicas de rede a conjuntos de camisa e pantalona em sua Apartamento 03. Uma dica para a mistura funcionar sem erro? Escolher peças que sejam todas da mesma cor – o styling monocromático garante unidade à produção.

Caubói do asfalto
Esta é para quem ainda não se deixou levar pelo western que vem dominando a moda há três estações: a cowgirl encena agora sua versão mais sofisticada, ao ganhar viés utilitário. Cintos e botas country deram o toque final em looks completamente tingidos de cáqui ou tons militares nas coleções de grifes como Isabel Marant e Alberta Ferretti.

Viagem interior
Mergulhar na própria herança e DNA foi tendência principalmente entre as grifes que se apresentaram em Milão. Enquanto Donatella Versace vem resgatando clássicos da marca desde o desfile que homenageou os 20 anos da morte de Gianni, a Prada reviveu a Linea Rossa, e Paul Andrew imprimiu o trabalho de patchwork da icônica sandália de plataforma Salvatore Ferragamo em saias e casacos do inverno da marca. Em tempos de uma moda cada vez mais plural, olhar para dentro pode ser a melhor resposta.

Brilho à luz do sol
Após o náilon voltar à tona, renovado com ares mais luxuosos, quem também ensaia comeback é o cetim, que faz justamente o caminho inverso. Esqueça o caráter noturno e festivo do tecido: a forma cool de usá-lo é nas produções diurnas e urbanas, com mood descomplicado. As novas versões do material, mais estruturadas e menos brilhantes, também ajudam a tirá-lo definitivamente da geladeira.

Pense grande
As dimensões oversized que vêm marcando as passarelas desde a ascensão da Vetements aparecem ainda mais infladas – peças agigantadas não são apenas um statement de moda, mas também uma filosofia. “Vestir big é assertivo. É como sugerir: estou aqui”, reflete Costanza Pascolato. Mais que incorporar um único item, a ideia agora é abusar de silhuetas completamente amplas.

Dark romance
Rendas e flores (estampadas ou aplicadas) estão entre os elementos delicados que protagonizaram a coleção de inverno da Prada, batizada de Anatomia de um Romance. A história de amor de Miuccia, porém, não é 100% doce – e ganhou ares obscuros, com toque punk e militar. Tal dualidade marcou também as coleções de grifes como Marni e Burberry, em um resgate do punk em versão soft – couro e xadrez se misturaram a cetim, slip dresses vieram decorados com paetês e cristais, e correntes acinturam silhuetas.

Fonte Vogue
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