Amastha defende profissionalização do turismo religioso como fortalecimento econômico

Candidato a senador pelo PSB destacou que o “turismo religioso precisa ser profissionalizado em todo Estado. Gera emprego, renda e movimenta a economia”

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Fortalecer o turismo religioso em todo o Tocantins é uma das bandeiras do candidato a senador pelo PSB, Carlos Amastha. Ele, que criou o Capital da Fé quando estava à frente da Prefeitura de Palmas, acredita que o turismo religioso é um importante instrumento de fortalecimento não só do trade turístico, mas também da economia, uma vez que oportuniza emprego e renda aos  moradores das localidades onde acontecem as manifestações religiosas.

 

“Temos um Estado rico em vários aspectos. Além do agronegócio, o Tocantins tem um potencial turístico que vai muito além das suas belezas naturais, que merecem sim atenção e mais investimentos. Mas tem também manifestações religiosas que são de uma riqueza histórico-cultural enorme, que atraem milhares de fiéis e que podem ser potencializadas. O turismo religioso precisa ser profissionalizado em todo Estado. Gera emprego, renda e movimenta a economia”, destaca Amastha.

 

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As romarias do Senhor do Bonfim que ocorrem em Natividade (considerada a maior festa religiosa do Estado), Tabocão e Araguacema são alguns exemplos citados por Amastha. “Esses festejos nos mostram o quanto a fé atrai multidões. São pessoas que vão ali fazer suas preces, pagar promessas e ter o seu momento com Deus. E é importante que elas possam participar desse momento com estrutura adequada com hotéis, pousadas e restaurantes. As agências de turismo também podem oferecer pacotes turísticos contemplando ainda visitas aos pontos turísticos locais como cachoeiras, praias, igrejas centenárias, trilhas ecológicas e ainda conhecem a gastronomia tocantinense que é outro atrativo à parte”, ressalta.

 

Capital da Fé

 

Amastha lembra como nasceu a ideia de realizar o Capital da Fé, um produto turístico religioso que atrai pessoas de várias partes do Tocantins e de estados vizinhos. “Os palmenses que curtem Carnaval gostam do Carnaval do trio elétrico e no Estado quem melhor faz essa folia é Gurupi que já é tradição. E em Palmas, nesta época do ano, ocorrem diversos encontros das igrejas evangélicas e católicas. Então pensei, porque não criar um evento que congregue a todos, trazendo artistas desses segmentos. Fomos atrás das lideranças religiosas, discutimos o projeto, eles abraçaram o Capital da Fé e colocamos em prática”, conta.

 

O aumento na movimentação do comércio e dos atrativos turísticos da Capital, são a prova que o turismo religioso dá certo. “De imediato foi um sucesso, pessoas vindo de todos os lugares, fugindo da folia para ter seu momento de fé e adoração. Aproveitavam para conhecer a cidade, as nossas cachoeiras, ver o pôr do sol na praia. Sem falar nos benefícios para o trânsito, zero acidentes. Os plantonistas dos hospitais agradeceram bastante”, ressalta.

 

Brasil

 

Dados do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo mostram que, no Brasil, antes da pandemia da Covid-19, o turismo religioso que vinha numa crescente movimentava cerca de 20 milhões de viagens por ano, sendo responsável por injetar R$ 15 bilhões na economia brasileira, aquecendo atividades do comércio e serviços com a geração de emprego e renda.

 

Anualmente, 8,1 milhões das viagens domésticas feitas no país são movidas pela fé. Se somados os excursionistas, chega-se a 18 milhões de viagens com essa motivação. Já o número de turistas estrangeiros que vêm ao Brasil com fins religiosos, é de aproximadamente 30 mil ao ano.

Fonte t1noticias
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