Suspeito baleado pelo Serviço Secreto queria cometer ataque à Casa Branca

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NOVA YORK, 11 AGO (ANSA) – O homem baleado por um agente do Serviço Secreto fora da Casa Branca na noite desta segunda-feira (10), enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participava de uma coletiva de imprensa, pretendia cometer um ataque.

A informação sobre o suspeito, identificado como Myron Berryman, de 51 anos, foi revelada pela imprensa local nesta terça-feira (11).

Segundo relatos, o americano estava ameaçando pessoas perto da Casa Branca quando foi neutralizado. Ele foi hospitalizado e permanece internado com ferimentos graves. A expectativa é de que Berryman enfrente acusações de agressão federal, disseram as autoridades.

Ontem (10), por volta das 18h (horário local), Berryman abordou um policial na esquina da 17th Street com a Pennsylvania Avenue, a poucos quarteirões da Casa Branca, e disse que tinha uma arma, informou o chefe da Divisão do Serviço Secreto, Tom Sullivan. Na ocasião, ele se moveu agressivamente em direção ao oficial e parecia pronto para atirar, quando o agente reagiu. Antes do tiroteio, Berryman gritou que ia matar pessoas, de acordo com as autoridades.

O caso ocorreu no momento em que Trump iniciava a coletiva de imprensa sobre a pandemia do novo coronavírus. Um agente do Serviço Secreto o retirou da sala e, minutos depois, o presidente retornou informando sobre o tiroteio. (ANSA)

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