Gabinete de situação irá coordenar ações de segurança nas eleições; PMTO terá 3,3 mil militares nos 139 municípios

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Representantes das Polícias Militar (PM), Civil (PC), Rodoviária (PRF) e Federal (PF), do Exército, Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Ministério Público (MPE), das Secretarias de Segurança Pública (SSP) e de Cidadania e Justiça (Seciju), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e da Guarda Metropolitana de Palmas (GMP) estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 9, na sala de reuniões do Quartel do Comando Geral (QCG) para reforçar à imprensa o compromisso em garantir com que os eleitores exerçam o voto no domingo, 2, com segurança.

GABINETE DE SITUAÇÃO

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Diretor do Sistema Integrado de Operações (Siop), o coronel Álon Nery Amaral revelou a implementação do chamado gabinete de situação, que já está em atuação desde segunda-feira, 26. O comitê – formado pelas corporações e instituições – ficará responsável pela coordenação das ações de segurança nos 139 municípios tocantinenses e também irá endereçar as ocorrências mais graves durante o processo eleitoral. “Em força conjunta, podemos dirimir qualquer situação que seja necessário nossas intervenções estratégicas”, garantiu o militar. O instrumento funcionará de forma presencial até as 22 horas de domingo, 2, mas estará mobilizado até o fim do processo eleitoral.

MAIS DE 3 MIL POLICIAIS MILITARES

Para a segurança, 3.300 militares estarão presentes nos 139 municípios, incluindo os os alunos soldados, que atuarão como forma de estágio operacional. O comandante-geral da PMTO, coronel Márcio Barbosa, explicou que os policiais atuarão em um sistema de policiamento de proximidade, em que rondas constantes são realizadas entre três a quatro locais de votação, o que afirma ter gerado resultados mais positivos nas últimas eleições. “Creio que teremos um pleito de sucesso e cumpriremos todas as expectativas”, emendou.

APOIO DA POLÍCIA CIVIL E FEDERAL E EXÉRCITO EM LOCAIS REMOTOS

O Exército também atuará na segurança com um total de 500 militares, focando especialmente em lugares mais remotos, ajudando, inclusive, na distribuição de urnas eletrônicas. Serão ainda mais de trinta viaturas e duas aeronaves à disposição. “A gente pode, em uma ocorrência emergencial, atuar de imediato”, disse o comandante do 22º Batalhão de Infantaria, coronel Adenir Fernandes Nogueira. Já a Polícia Federal revelou que irá empregar 70% do efetivo no processo eleitoral, distribuídos em nove bases já instaladas pelo Estado. Já a Polícia Civil projeta a mobilização de cerca de 700 agentes.

NÃO TOLHER O DIREITO DO ELEITOR

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Helvécio de Brito Maia Neto, participou do encontro. “Parabéns pela instalação do gabinete de situação, ou de crise. Desejo sucesso na reunião.  A integração das forças de segurança é importante, este conversa para fazer uma ação conjunta e harmônica. Cada um na sua missão e atribuição”, exaltou. O magistrado ainda revelou o entendimento construído entre as instituições sobre pequenas infrações nos locais de votação. “Vai ser registrado em ata o eleitor que se recusar a entregar o celular [citou como exemplo], que será encaminhado ao Ministério Público para providências plausíveis. A melhor maneira é está. Não tolher o direito do eleitor. Depois o crime vai ser discutido”, pontuou.

NÃO PODEMOS DEIXAR QUE COLOQUEM EM RISCO NOSSO DIREITO

Presidente do Gabinete de Segurança Institucional do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE), o juiz José Maria Lima também exaltou a iniciativa. “Tenho sempre enaltecido a forma com que esta preparação para as eleições tem ocorrido. Eu friso sempre a dedicação, boa vontade de todos os órgãos de segurança. Não houve um que não se dispusesse a colaborar, se empenhar e prestar o melhor, visando um único fim, ofertar ao eleitor condições de liberdade. É difícil viver em um País democrático, mas é o melhor que temos. Não podemos deixar que, quem quer que seja, coloque em risco este nosso direito”, afirmou.

Fonte clebertoledo
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