Anielle defende ‘outro projeto de País’ que fortaleça cotas raciais

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A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, defendeu, diante sua cerimônia de posse do ministério a qual já está responsável, um “outro projeto de País” com maior acesso das políticas públicas e visibilidade da população negra . “Nos comprometemos aqui com a revogação dos atos que não reflitam a missão do Ministério da Igualdade Racial e com a promoção de políticas concretas.

 

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Trabalharemos nos próximos quatro anos para fortalecer a Lei de Cotas e ampliar a presença de jovens negros e pobres nas universidades públicas”, disse Anielle, durante sua cerimônia de posse, realizada no Palácio do Planalto com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Entre as medidas, a ministra citou que buscará “aumentar a visibilidade” e a presença de servidores negros e negras em cargos de decisão da administração pública. “Relançaremos junto a ministérios parceiros o plano juventude negra viva, que promoverá ações que visem a redução da letalidade contra a juventude negra brasileira e a ampliação de oportunidades para jovens de nosso país. Avançaremos em uma articulação interministerial pelo fortalecimento da política nacional de saúde integral da população negra”, afirmou.

A ministra garantiu ainda a retomada de programas que levem direitos para também as comunidades quilombolas e ciganas. “Incidindo para a regularização fundiária, a infraestrutura, a inclusão produtiva e o desenvolvimento local com direitos e cidadania para estes povos. Será, também, a partir da maior estruturação e fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial que iremos realizar ações que busquem a equidade racial em diálogo com todos os municípios, estados e órgãos da União”, acrescentou, mencionando que são medidas para “recuperar o que foi destruído e fortalecer e ampliar o legado de várias gerações”.

Anielle pediu também a colaboração dos outros ministérios para reconstruir “um novo Brasil” coletivamente. “O compromisso com a Igualdade Racial no Brasil não pode ser o compromisso apenas deste Ministério”, defendeu.

Fonte istoe
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